Escassez de pensamentos bons
A angustia pula de paraquedas no meu peito
Fico a espera de acontecimentos ruins
O mundo me amedontrou com seus corriqueiros problemas
O que sai de mim é ruim; encontra-se com o que tem de ruim do lado de fora
Sonhos perdidos com amigos e amigos futuros; que hão de chegar
O ar que me seca, traz a seca da minha canção
Oh canção perdida, oh perda
Ríamos tão alto, detalhando um e outro
Dávamos gargalhada daquilo que ele tinha de melhor
Amizade; sentimento mais fiel
Disputas, discussões sadias; grande ansiedade para mostrar a mais nova criatividade
O que vem de ruim do lado de fora; encontra-se com o que tenho de ruim, aqui dentro
Aqui!, dentro; virou uma caverna de tão escuro
A saída foi fechada às pressas
E os fantasmas nem sequer me deixam aproximar
O acordar traz a morte
O deitar traz a vida
As ações desintegram-se com as lembranças
A cabeça pesa
O corpo pesa
Novamente suplico
E grito: Amor, amor e amor
José Teles
29/07/2010
quinta-feira, julho 29, 2010
sábado, junho 26, 2010
Carregando Pedras
Não esqueço nunca de observar a vida, e querer mais e mais aprender o que ela nos mostra.
A vida é o ar que dá a vida, são as cores que diferem nossos olhos e deixa tudo mais diferente.
Esse mar, existe através da creação, e é o que tentamos sempre buscar, não? Criar também, mas crear é melhor.
Oh grande vida, meditar dói, como pensar também dói; saímos da zona de conforto, do estado vegetativo, e começamos a ver que somos pequenas criaturas que não sabemos nada, e nada mesmo. E nossa única oportunidade é ler, buscar a verdade; e muitos podem até rir sobre essa verdade, como esses filósofos sofistas por exemplo, mas não temo, pois existe sim a verdade e um dia vamos entendê-la.
A vida é um segundo, um sopro; é a poeira que é afastada através do vento.
Vida; imagem e semelhança, sábia, morosa para nós, rápida para o cosmo.
Maravilha do tempo.
Só com o barulho da chuva sentimos a paciência, essa calmaria maravilhosa e entendemos um pouco o que é a vida.
Nesse período embrionário de mudanças, nunca me senti tão calmo, tão mórbido.
Carrego as pedras daquele que carrega-as por mim.
José Teles.
26/06/2010.
A vida é o ar que dá a vida, são as cores que diferem nossos olhos e deixa tudo mais diferente.
Esse mar, existe através da creação, e é o que tentamos sempre buscar, não? Criar também, mas crear é melhor.
Oh grande vida, meditar dói, como pensar também dói; saímos da zona de conforto, do estado vegetativo, e começamos a ver que somos pequenas criaturas que não sabemos nada, e nada mesmo. E nossa única oportunidade é ler, buscar a verdade; e muitos podem até rir sobre essa verdade, como esses filósofos sofistas por exemplo, mas não temo, pois existe sim a verdade e um dia vamos entendê-la.
A vida é um segundo, um sopro; é a poeira que é afastada através do vento.
Vida; imagem e semelhança, sábia, morosa para nós, rápida para o cosmo.
Maravilha do tempo.
Só com o barulho da chuva sentimos a paciência, essa calmaria maravilhosa e entendemos um pouco o que é a vida.
Nesse período embrionário de mudanças, nunca me senti tão calmo, tão mórbido.
Carrego as pedras daquele que carrega-as por mim.
José Teles.
26/06/2010.
sexta-feira, abril 16, 2010
Juventude velha
Quarto escuro
Vejo-me no fundo
Labirinto sujo
Um verde escuso
Desejo de lapidar
Tirar, plantas trepadeiras
Poder escalar
Querer o que não quis
Juventude velha
Velha juventude
Quem não pôde
Agora pode
O poder se foi
O que restou?
Metáforas desaforadas
Palavras arrancadas
Poder adquirido
Talento despercebido
Juventude velha
Velha juventude
obs: Imagem retirada do blog http://hohocantada.blogspot.com/
Vejo-me no fundo
Labirinto sujo
Um verde escuso
Desejo de lapidar
Tirar, plantas trepadeiras
Poder escalar
Querer o que não quis
Juventude velha
Velha juventude
Quem não pôde
Agora pode
O poder se foi
O que restou?
Metáforas desaforadas
Palavras arrancadas
Poder adquirido
Talento despercebido
Juventude velha
Velha juventude
obs: Imagem retirada do blog http://hohocantada.blogspot.com/
sexta-feira, janeiro 22, 2010
Reação de observações
Na era da imagem
Onde gente troca das partes do corpo como trocam de roupa
Lembro do livro "Admirável mundo novo" de Aldous Huxley
A ignorância impregnou
Burrice virou comodidade
E a mídia só quer escravizar
As pessoas não tem personalidade
E a cada nova modalidade de estilo ou pensamento
Elas seguem e se dizem "ecléticas"
Hoje em dia, o termo "eclético" virou sinônimo de falta de personalidade, brio, berço e luz própria
Um mundo real que chega a ser irreal de tantas mentiras
Temos veículos especializados em hipnotizar as pessoas
E todo mundo só quer comprar, usar, engolir e vomitar
A mudança da aparência virou algo essencial
Esquecem de sua consciência e do autoconhecimento
Não querem ler
Entender
E sim
Usufruir
Gastar
Trocar
E assim, pararam de enxergar e pensar
Só reclamam quando não podem abusar da gula
Da luxúria
Do materialismo
Viraram animais que só sentem a merda chegando
Se a engolirem
Onde gente troca das partes do corpo como trocam de roupa
Lembro do livro "Admirável mundo novo" de Aldous Huxley
A ignorância impregnou
Burrice virou comodidade
E a mídia só quer escravizar
As pessoas não tem personalidade
E a cada nova modalidade de estilo ou pensamento
Elas seguem e se dizem "ecléticas"
Hoje em dia, o termo "eclético" virou sinônimo de falta de personalidade, brio, berço e luz própria
Um mundo real que chega a ser irreal de tantas mentiras
Temos veículos especializados em hipnotizar as pessoas
E todo mundo só quer comprar, usar, engolir e vomitar
A mudança da aparência virou algo essencial
Esquecem de sua consciência e do autoconhecimento
Não querem ler
Entender
E sim
Usufruir
Gastar
Trocar
E assim, pararam de enxergar e pensar
Só reclamam quando não podem abusar da gula
Da luxúria
Do materialismo
Viraram animais que só sentem a merda chegando
Se a engolirem
segunda-feira, janeiro 11, 2010
Desafios
Já não gasto tanto quanto gasto
As coisas esquisitas foram meio esquecidas
Quase não sobra tempo
Às vezes acho que estou desconhecendo-me
Ou então, estou tão rastejando atrás da minha própria sombra que nem consigo rastrear as ondas frenéticas
Gosto da vida meio arriscada
Do desafio
Do unknown
Torna-se uma obrigação quase esquecida de uma coisa que você desejou faz tanto tempo
E esse desejo se torna tão simbiótico
Que é normal você se contradizer
E seu subconsciente pode te passar uma rasteira
Levando há alguns tipos de fracassos
Por isso é importante não sucumbir
Depois da vitória
É bom
Uma subida ao cume
E depois de minutos, surge um novo desafio
E devido ao gasto pelo não gasto
É que prefiro gastar o que já vem acumulando faz tempo
Para surgir novos ares
Novas pessoas do signo de áries
Para admirar
Familiarizar-se
Me renovo em me renovar-me
José Teles
As coisas esquisitas foram meio esquecidas
Quase não sobra tempo
Às vezes acho que estou desconhecendo-me
Ou então, estou tão rastejando atrás da minha própria sombra que nem consigo rastrear as ondas frenéticas
Gosto da vida meio arriscada
Do desafio
Do unknown
Torna-se uma obrigação quase esquecida de uma coisa que você desejou faz tanto tempo
E esse desejo se torna tão simbiótico
Que é normal você se contradizer
E seu subconsciente pode te passar uma rasteira
Levando há alguns tipos de fracassos
Por isso é importante não sucumbir
Depois da vitória
É bom
Uma subida ao cume
E depois de minutos, surge um novo desafio
E devido ao gasto pelo não gasto
É que prefiro gastar o que já vem acumulando faz tempo
Para surgir novos ares
Novas pessoas do signo de áries
Para admirar
Familiarizar-se
Me renovo em me renovar-me
José Teles
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